IPv6 – CertLab realiza 100% dos testes de IPv6

100% dos testes de IPv6 no CertLab

Testes de IPv6 passam a ser obrigatórios a partir do dia 01/11/16, em Roteadores xDSL e xPON, e em 01/01/17 para 3G/4G, e o Grupo IBRACE oferece mais uma vez o serviço completo de certificação, através do IBRACE, e de testes, com o CertLab, para os aparelhos que utilizam desta tecnologia.

O CertLab já está acreditado a realizar todos os testes de IPv6, 3GPP e ETSI, com a rapidez e precisão características do laboratório líder de mercado.

Conheça mais sobre esta nova etapa da tecnologia:

Aparelhos celulares e o protocolo IPv6

O protocolo IPv6 é o novo padrão de comunicação para a troca de dados na Internet. Com ele será possível fazer mais coisas de forma mais rápida e mais segura.

Como todo padrão em nossas vidas, o protocolo IPv6 estabelece regras claras de como deve funcionar a atividade para o qual se destina, no caso, a troca de informações. Essa troca acontece em todos os momentos: quando compartilhamos as fotos do fim de semana, mandamos parabéns para o aniversariante da família e até quando acessamos nosso saldo bancário.

Por estar tão presente nas atividades do dia-a-dia, é importante que esse protocolo funcione perfeitamente nos equipamentos que usamos e que estão sempre conosco, sendo um dos principais o celular smartphone.

Para garantir a compatibilidade dos aparelhos celulares com o protocolo, a Agência Nacional de Telecomunicações, Anatel, estabeleceu requisitos mínimos que devem ser cumpridos para a homologação e comercialização desses dispositivos. Esses requisitos ficam disponíveis para consulta no site da Agência. Vamos olhar mais de perto quais são eles.

A 3GPP: Simulando cenários e capacidades

A primeira norma que consta no requisito da Anatel é a 3GPP TS 36.523-1 que estabelece cenários pré-definidos e avalia o comportamento do aparelho celular nessas situações simuladas.

Um exemplo de situação que é simulada é a troca de Estação Rádio Base (conhecida também como “Antena de Celular”) que acontece quando usamos o aparelho dentro do carro e vamos de um lado a outro da cidade.

Com o atendimento dos itens avaliados dessa norma podemos ter certeza que a navegação vai acontecer sem problemas nas várias situações que ocorrerem durante o uso.

A ETSI TS 102 514

Essa norma avalia o processo de aquisição de endereço IPv6 pelo aparelho celular.

O processamento correto do endereço é essencial para habilitar navegação e troca de dados dos aplicativos e por isso é crucial para o funcionamento do aparelho na Internet que todos os itens avaliados sejam atendidos.

A avaliação é feita analisando a troca de dados entre o aparelho e a Estação Rádio Base (“Antena”) durante o processo de aquisição de endereço, ou seja, assim que ligamos o aparelho e ele detecta a rede celular.

RFC 2460

A última norma do requisito da Anatel testa como o aparelho responde às várias mensagens que podem ser trocadas com ele durante o uso normal.

Durante o teste simulamos o comportamento da Internet através de um equipamento que envia mensagens e avalia o comportamento do aparelho celular como em um jogo de perguntas e respostas. A norma estabelece quais as respostas devem ser dadas para cada uma das “perguntas” enviadas.

Com o atendimento dos itens dessa norma garantimos que o aparelho é “fluente” na linguagem necessária para se comunicar com outros equipamentos na Internet e que a nossa navegação ocorrerá sem “desentendimento” entre as partes.

Considerações finais:

No geral o requisito da Anatel se atém aos requisitos mínimos para o bom funcionamento do aparelho celular no ambiente da Internet móvel.

Outros aspectos como a segurança da informação, funções especiais e outras características adicionais presentes no protocolo IPv6 não são cobertas pelo requisito atual mas não interferem na capacidade de navegação, enquanto a implementação da nova versão do protocolo em outros equipamentos como Roteadores de Borda e Modems é tratada em outros documentos.

Por fim, todos os requisitos da Anatel que tratam do protocolo IPv6 se considerados no conjunto, apontam para o caminho da garantia dos requisitos mínimos de operabilidade dos equipamentos, que sempre foi o alvo da Agência desde sua concepção.

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